Filipe Moreira (lipp)
Sou o Filipe Moreira, mas pode chamar de lipp, que é como meus amigos chamam. Tudo começou em 2010, quando a minha avó Carmelita comprou um computador e deixou na casa dela. Eu praticamente me mudei para lá. Foi nele que aprendi a converter mangá, a baixar jogo de formas que é melhor não detalhar e, principalmente, a fazer um PC ruim render: descobri que desligar o DWM, os efeitos visuais do Windows 7, deixava tudo mais leve, e não parei mais.
Em 2013 ela me deu o meu primeiro notebook, que conseguia ser pior que o computador dela. Foi a melhor coisa que podia ter acontecido: hardware fraco te obriga a entender hardware, sistema operacional, Linux, tudo. Do .bat fui para scripts em PowerShell, do PowerShell para C#, e um processo que tinha entre 100 e 200 etapas virou um aplicativo só: o Next Boost Pro, o projeto de que eu mais me orgulho.
Depois vieram o Console Mode e o JoyChromium, porque me irrita fazer na mão o que dá para automatizar, e eu queria o meu PC se comportando como um console. Hoje quase nada do que eu faço sai sem IA no meio: tenho agentes fazendo até o code review, aquela parte que todo mundo jurava que sempre ia precisar de um humano.
Tenho birra de software que capricha na interface e esquece de entregar, e de app em Electron comendo RAM (sim, eu sei do que o JoyChromium é feito). Fora daqui: meu anime é Fullmetal Alchemist: Brotherhood e sou Flamengo. Fiz Direito aos 18 porque estava perdido, como 11 em cada 10 brasileiros. Escrevo este blog para acompanhar a minha própria evolução e para quem está procurando um app que resolva o mesmo problema que eu tive.
Onde me encontrar
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